quinta-feira, 20 de junho de 2013



PEDRAS

Frias.
Geladas.
Nas calçadas.
Nos meus devaneios pedras atiradas.
Foram tempos de aves derrubadas.
De nuances de alvoradas.
Pedras... pedregulhos... muros.
Mosaicos.
Incolores sonhos.
Desbotadas e rotas roupas dependuradas.
Pedras...
Risadas.
Temporadas de gargalhadas.
E tudo morto. Finito.
O ruim, o feio. O bonito.

Pedras... abandonadas.

sonia delsin 

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