PROCURA
Minha
vida.
Minha busca.
Esta procura.
Procuro respostas num céu que não responde.
Ele está calado para mim.
Já respondeu tudo e eu não ouvi.
Ou fiz que não.
O óbvio me apavora.
Me devora.
Diz que é hora.
Quero me agarrar aos de uniforme branco.
Minhas mãos inertes não têm forças.
Meus olhos se fecham.
O cansaço...
Cadê o homem de aço?
Lágrimas correm de meus olhos.
Ensopam ainda mais este travesseiro molhado.
Que dor partir!
Tenho que ir.
E lá? Como será?
Acaba-se a minha procura?
Este encontro comigo diz que acabou todo perigo.
Esta luz o que me diz?
Se eu fui feliz?
Ah! Ela está dizendo que eu cheguei...
Que finalmente eu voltei.
Minha busca.
Esta procura.
Procuro respostas num céu que não responde.
Ele está calado para mim.
Já respondeu tudo e eu não ouvi.
Ou fiz que não.
O óbvio me apavora.
Me devora.
Diz que é hora.
Quero me agarrar aos de uniforme branco.
Minhas mãos inertes não têm forças.
Meus olhos se fecham.
O cansaço...
Cadê o homem de aço?
Lágrimas correm de meus olhos.
Ensopam ainda mais este travesseiro molhado.
Que dor partir!
Tenho que ir.
E lá? Como será?
Acaba-se a minha procura?
Este encontro comigo diz que acabou todo perigo.
Esta luz o que me diz?
Se eu fui feliz?
Ah! Ela está dizendo que eu cheguei...
Que finalmente eu voltei.
sonia delsin

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