QUE
ESTRANHO SER...
Disse
o poeta que nos apaixonamos pelo amor.
Não me recordo quem era o poeta agora.
Mas concordo com ele.
Será esse o mal dos poetas, amar o amor?
Amamos mais os amores que não tivemos.
Os encontros que não aconteceram.
Os beijos que deixamos de beijar.
As juras de amor que não trocamos.
Eterno ser romântico esse que mora em mim!
Que me cobra atitudes audaciosas.
Que me faz caminhar por caminhos insólitos.
Que me faz correr atrás de ilusões.
Que me faz tremer diante das possibilidades.
Que me traz o coração à mão.
E que consegue me derramar sobre o papel!
Não me recordo quem era o poeta agora.
Mas concordo com ele.
Será esse o mal dos poetas, amar o amor?
Amamos mais os amores que não tivemos.
Os encontros que não aconteceram.
Os beijos que deixamos de beijar.
As juras de amor que não trocamos.
Eterno ser romântico esse que mora em mim!
Que me cobra atitudes audaciosas.
Que me faz caminhar por caminhos insólitos.
Que me faz correr atrás de ilusões.
Que me faz tremer diante das possibilidades.
Que me traz o coração à mão.
E que consegue me derramar sobre o papel!
sonia delsin
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