UM
ROSTO ATRÁS DA VIDRAÇA
Ela
espiava a rua.
Divisava ao longe um vulto que sempre no mesmo horário por ali passava.
Um amor platônico!
Guardado, proibido.
Mas amor, como são os amores escondidos.
Ele passava sem a ver.
O rosto atrás da vidraça o aguardava.
Olhava-o de longe.
Mas com a aproximação se retirava.
Coração acelerado o aguardava e depois chorava.
Um ano assim se passou.
O moço nem percebeu aquele rosto escondido nas sombras.
E ela nunca frente a frente com ele ficou.
Um ano passado, amor não revelado.
O moço nem a notou.
Ela amargou.
O moço com outra se casou.
Divisava ao longe um vulto que sempre no mesmo horário por ali passava.
Um amor platônico!
Guardado, proibido.
Mas amor, como são os amores escondidos.
Ele passava sem a ver.
O rosto atrás da vidraça o aguardava.
Olhava-o de longe.
Mas com a aproximação se retirava.
Coração acelerado o aguardava e depois chorava.
Um ano assim se passou.
O moço nem percebeu aquele rosto escondido nas sombras.
E ela nunca frente a frente com ele ficou.
Um ano passado, amor não revelado.
O moço nem a notou.
Ela amargou.
O moço com outra se casou.
sonia delsin
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