terça-feira, 18 de junho de 2013



DESATANDO NÓS

O sonho era tão ruim.
Era mesmo sonho?
Os nós prendiam... amarravam.
Por mais que ela tentasse... não desatavam.
Pelo contrário.
Quanto mais tentava se soltar mais conseguia se complicar.
Era uma teia difícil mesmo de desatar.
Mas paciência não lhe faltava.
Ela tentava, tentava.
E eis que um dia se viu livre.
Livre do pesadelo.
Pois que era mais que um sonho.
A mulher ficou as fitas a balançar...
Ficou a dançar.
Porque descobriu que na vida muita coisa ainda podia lhe chegar.

sonia delsin 

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